O que fazer com os objetos de valor sentimental?

em 29 de outubro de 2019

O que fazer com os objetos de valor sentimental?

O que deixa a energia densa e estagnada dentro de casa são os objetos sem uso, quebrados, relógio parado, poeira e desorganização.

Roupas velhas, que não serve, jogadas de qualquer jeito e objetos de uso pessoal que já acumularam cheiro de mofo e estão amarelados pelo tempo e pela falta de uso, devem ser descartadas.

Caso você não queira descartar por ter uma afeição à peça, lave-a de tempos em tempos e a mantenha dobrada e guardada em uma caixa para que a energia não venha interagir com outras peças. Eu tenho alguns objetos de valor sentimental guardados no meu armário, mas eles são movimentados e lavados uma vez ou outra – nós devemos movimentar e energizar essas peças, no mínimo, duas vezes ao ano, sendo uma vez lavada e passada e a outra deverá ir para o varal tomar sol, a fim de tirar o cheiro forte que fica impregnado na peça.

Os objetos parados vão criando uma crosta de poeira e limo, por isso a necessidade de ser lavado à água ou a seco.

A peça que não pode ser molhada limpe-a com uma flanela e leve-a ao sol. É importante frisar que todo objeto precisa dessa limpeza para que a energia não fique retida ali.

Meias sem par, com furo ou sem uso devem ser descartadas, pois tudo aquilo que é usado para movimento e fica parado dá uma estagnada na vida – isso vale para os sapatos também.

Objetos quebrados, mas com valor sentimental, sinto muito em te dizer isso, mas para mim não há solução para o problema a não ser jogá-los fora. Se você não consegue descartar, basta pensar: esse objeto vai me acompanhar vida após a morte? Não vai, né? Então jogue fora sem dó.

Quer uma razão? Vou te dar duas!

A primeira é que se o objeto quebrou, rasgou ou trincou, significa que foi rompido algo na sua vida, é um mal que entrou e, que no momento em que quebrou, perdeu a força destrutiva que agia tanto no ambiente como nos seus caminhos. A energia negativa que trabalhava até então na sua vida foi absorvida por este objeto. Aqui vale também sobre o fato de os objetos guardarem muitas memórias das pessoas que vivem dentro da casa, mas este é um assunto a ser mais detalhado numa outra oportunidade.

A segunda razão é que o objeto quebrado pode ser maldito, de modo que alguém que quer muito o seu mal lhe dá um presente. Portanto, quando este objeto quebrar, nada de tentar restaurá-lo como os japoneses fazem – jogue no lixo, não recoloque e nem remende essa maldição na sua vida novamente. Há pessoas que ainda têm a sorte de colar o braço, a cabeça da imagem e dias depois o objeto quebra novamente, mas há pessoas que continuam condicionando sem saber essa maldição depois de fazer o remendo.

O kintsugi ou kintsukuroi é a arte japonesa de reparar com ouro objetos em cerâmica quebrados. Eu sou a favor dessa técnica só se o objeto em questão for uma peça a ser pesquisada pelos arqueólogos, caso contrário eu aconselho o descarte.









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