É a atual desordem ou ordem das coisas que estagna ou desempata a sua vida

em 23 de outubro de 2019


É a atual desordem ou ordem das coisas que estagna ou desempata a sua vida

Hoje nós vamos dar prosseguimento ao tema da última postagem.

Quando a gente fala sobre eliminar o que não tem mais utilidade, é tudo aquilo que se acumula na sua casa e no seu ambiente de trabalho que você guarda achando que um dia irá precisar, mas passa os dias, vira o ano, vira a década e até o século e aquilo ainda continua lá, ocupando espaço.


Muitas pessoas não têm onde colocar mais roupas e sapatos, mas continuam acumulando e não passam adiante aquela vestimenta que já nem serve mais, pois jura que vai emagrecer – e o pior, a roupa já saiu de moda faz tempo e se brincar não presta nem para doação, mas a pessoa se apega àquilo, que nem valor sentimental tem, e não desfaz nem a custa de reza brava.

Perfumes, esmalte e batons vencidos há anos continuam ali só ocupando espaço e acumulando derrotas, e eu te pergunto: pra quê?

O pior é quando a pessoa não acha onde colocar objetos e enfia embaixo da cama... essa prática comum traz um mal para a vida dela que ela não faz ideia.

O acúmulo de coisas serve apenas para centralizar e condensar energia – no caso, energia negativa, afinal, tudo que é demais, passa. O depósito de coisas sem serventia, desordenadas e jogadas de qualquer jeito, de modo que ao procurar pelo objeto você nem sabe onde está de tanta desordem que encontra pelo caminho, serve apenas para criar desconexão com o resto do ambiente em que vive e também no seu interior. Entenda melhor o que quero dizer.

Coisas e objetos inúteis acumulados num quarto, em qualquer área da casa e até mesmo num depósito, onde traças, baratas, ratos e escorpiões fazem a festa, além de ser muito perigoso para a saúde humana, vira uma aglomeração de energia densa concentrada que a pessoa não consegue perceber, mas, inconscientemente, essa energia aparentemente inofensiva vai modificando o estado psicológico do indivíduo lentamente, falo isso a título de experiência.

Esses entulhos centralizam essa energia dentro de si e produzem modificações emocionais, de modo que a pessoa sente um peso e um cansaço físico que ela não sabe de onde vem – mal sabe ela que o inimigo está ao lado e neste novo nível de funcionamento mental em que ela vai adentrando, ela pode acumular aumento de peso (engorda sem se dar conta e ela nem é tão gulosa assim), solidão, depressão, desânimo, nervosismo, síndrome do pânico, entre outras patologias.

O nível de energia da pessoa vai ficando cada vez mais baixo e aos poucos outros problemas maiores começam a surgir, como brigas familiares, dívidas, dinheiro que não entra, desemprego, laços de amor e de amizade desfeitos, falência financeira e falência de órgãos (já tratei pessoas que tiveram que ser transplantadas) e se a pessoas não jogar fora aquilo que não lhe acrescenta mais nada, ela adoece e morre sem saber a razão – uma pessoa que antes era sadia, tinha tudo para ser feliz, com o acúmulo de coisas inúteis, perde até a vontade de viver. Isso não se dá num curto espaço de tempo, é algo que vai minando a sua vida de forma silenciosa e, com o passar dos anos, começa a cobrar o débito de tudo aquilo o que você acumulou, de forma que ele vem em forma de miséria, choro, doenças e dor.

É a atual desordem ou ordem das coisas que estagna ou desempata a sua vida, se você não acredita em mim faça o teste e tire a prova dos nove.

Descarte objetos e roupas sem serventia, papéis, livros, revistas e tudo aquilo que está encostado há anos e que você nem sabe que tem, de tão velho e bem guardado que está. Caso tenha valor sentimental para você, não descarte até ler a postagem referente a este assunto.

Se você é uma pessoa imediatista, que quer tudo para ontem, esse é o primeiro grande passo que você deve dar – pode ter certeza que na mesma semana algo que você quer muito vai acontecer e se você não acumular mais objetos inúteis, as coisas vão continuar fluindo e o que antes não acontecia, agora vai acontecer, e aí você se pergunta como pode.

É aquela velha história: para encher um copo com água nova, é preciso, primeiro, descartar a velha.

Veja os exemplos que o Mestre Jesus nos deixou:

Ninguém deita remendo de pano novo em roupa velha; doutra sorte o mesmo remendo novo rompe o velho, e a rotura fica maior.
E ninguém deita vinho novo em odres velhos; doutra sorte, o vinho novo rompe os odres e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; o vinho novo deve ser deitado em odres novos. (Marcos 2:21-22)

Se o Mestre falou, quem sou eu para contestar!








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