Astrologia

em 26 de março de 2019

Astrologia

A astrologia, (do grego astron, "astros", "estrelas", "corpos celestes", e logos, "palavra", "estudo") é uma pseudociência segundo a qual as posições relativas dos corpos celestes poderiam prover informação sobre a personalidade, as reações humanas, e outros assuntos relacionados à vida do ser humano. É, como tal, uma atividade divinatória, quando usada como oráculo, mas também pode ser usada como ferramenta de entendimento das personalidades humanas. O cientista suíço Carl Gustav Jung fez estudos a respeito da astrologia; uma de suas teorias baseadas na mesma é a teoria da Sincronicidade. É largamente refutada por uma parte da sociedade por não ter embasamento científico real. 

Os registros mais antigos sugerem que a astrologia surgiu no terceiro milênio a.C. Ela teve um importante papel na formação das culturas, e sua influência é encontrada na astronomia antiga, nos  Vedas, e em várias disciplinas através da história. De fato, até a Idade Moderna , astrologia e astronomia eram indistinguíveis. A astronomia começou a divergir gradualmente da astrologia desde o tempo de Cláudio Ptolomeu, e essa separação culminou no século XVIII com a remoção oficial da astrologia do meio universitário. 

Os astrólogos afirmam que o movimento e as posições dos corpos celestes podem influenciar diretamente ou representar eventos na Terra e em escala humana. Alguns astrólogos definem a Astrologia como uma linguagem simbólica, uma forma de arte, ou uma forma de vidência, enquanto outros definem como ciência social e humana. 

Nenhum estudo científico realizado até hoje mostrou a eficiência da astrologia para descrever personalidades ou fazer previsões e, por isto, ela é considerada pela comunidade científica uma pseudociência ou superstição, não compatível com o Método Científico. 

No paradigma da física moderna, não existe nenhuma forma de interação que poderia ser responsável pela transmissão da suposta influência entre uma pessoa e a posição de planetas e estrelas no céu no momento do nascimento. Além disso, todos os testes feitos até agora, mantendo métodos rigorosos para incluir um grupo de controle e mascaramento adequado entre experimentadores e sujeitos, não resultaram em qualquer efeito além do puro acaso. 

Por outro lado, alguns testes psicológicos mostram que é possível elaborar descrições de personalidade e previsões suficientemente genéricas para satisfazer a maioria dos membros de um grande público ao mesmo tempo. Este é o efeito conhecido como o Efeito Forer.
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Arquétipo

em 19 de março de 2019


Arquétipo

Arquétipo é o primeiro modelo ou imagem de alguma coisa, antigas impressões sobre algo. É um conceito explorado em diversos campos de estudo, como a Filosofia, Psicologia e a Narratologia.  

De acordo com o suíço Carl Gustav Jung, criador do termo, arquétipos são conjuntos de imagens primordiais em nosso imaginário, que dão sentido às histórias passadas durante as gerações, servindo para representar o conhecimento no inconsciente.

Na Psicologia Analítica, o termo indica a forma imaterial que os fenômenos psíquicos tendem a se moldar. Onde Jung referia-se a estruturas inatas, que servem de matriz para a expressão e desenvolvimento da psique.

Imagens Primordiais

 

Imagens Primordiais

Imagens primordiais
Para Jung, arquétipo é uma espécie de imagem apriorística incrustada profundamente no Inconsciente coletivo da humanidade, refletindo-se (projetando-se) em diversos aspectos da vida humana, como sonhos e até mesmo narrativas. Ele explica que "no concernente aos conteúdos do inconsciente coletivo, estamos tratando de tipos arcaicos - ou melhor - primordiais, isto é, de imagens universais que existiram desde os tempos mais remotos" 

Jung deduz que as "imagens primordiais" - outro nome para arquétipos - se originam de uma constante repetição de uma mesma experiência, durante muitas gerações. Eles são as tendências estruturantes e invisíveis dos símbolos. Por serem anteriores e mais abrangentes que a consciência do ego, os arquétipos criam imagens ou visões que balanceiam alguns aspectos da atitude consciente do sujeito. 

Funcionam como centros autônomos que tendem a produzir, em cada geração, a repetição e a elaboração dessas mesmas experiências. Eles se encontram entrelaçados na psique, sendo praticamente impossível isolá-los, bem como a seus sentidos. Porém, apesar desta mistura, cada arquétipo constitui uma unidade que pode ser apreendida intuitivamente. 

É importante ressaltar, todavia, que os arquétipos não possuem formas fixas ou pré-definidas. Segundo Jung:

“Nenhum arquétipo pode ser reduzido a uma simples fórmula. Trata-se de um recipiente que nunca podemos esvaziar, nem encher. Ele existe em si apenas potencialmente e quando toma forma em alguma matéria, já não é mais o que era antes. Persiste através dos milênios e sempre exige novas interpretações. Os arquétipos são os elementos inabaláveis do inconsciente, mas mudam constantemente de forma.”

Self

Self
O Self é um grande arquétipo.

O núcleo do Self (centro interior da psique total) é o centro regulador da vida e muitas vezes aparece personificado no sonho como um ser superior. Nas mulheres pode aparecer como um velho sábio ou um rei. O Self com frequência aparece como um animal especial, doméstico e bondoso.

O homem cósmico pode ser símbolo do Self.
A relação do Self com a natureza à nossa volta e mesmo com o cosmo vem provavelmente do fato de o “átomo nuclear” da nossa psique estar, de certo modo, interligado ao mundo inteiro, tanto interior como exterior.

Anima e Animus

Animus e Anima

A Anima constitui a parte feminina no homem, enquanto que o Animus é a parte masculina no interior da mulher.
 
Jung usou o símbolo chinês TAO, para explicar o que entende como Anima e Animus.

O homem teria 75% de polaridade positiva e 25% de polaridade negativa.

A Anima, no interior do homem, é representado pela passividade, doçura, receptividade, e o Animus no interior da mulher representa sua iniciativa, atividade e agressividade útil e adequadas. 

Na psicologia Junguiana a Anima e o Animus são pontes de ligação entre o Eu e o Ego.
O conceito do homem sobre a mulher, assim como o conceito da mulher sobre o homem, pode influenciar esse inter-relacionamento entre o Ego e o Eu.



Animus e Anima



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